que choram enquanto são levadas.
Se agarram nos cantos com medo do desconhecido e
sem compaixão o vento sopra insistentemente
envolvendo-as em redemoinho.
Uma delas se esconde atrás de uma pedra e
fica ali quieta
até que a tempestade passe e
até que murche e
até que apodreça e
até que vire pó e
até que vire nada.

Nenhum comentário:
Postar um comentário